Dexco e Suzano qualificam 157 jovens para impulsionar a inclusão produtiva
Dexco e Suzano atingiram a marca de 157 jovens qualificados para o mercado de trabalho em 2025 por meio de uma aliança estratégica de inclusão produtiva. A capacitação proporcionada por essas companhias acontece por meio de uma parceria com o Formare, programa de qualificação profissional voltado para jovens em desvantagem socioeconômica, da Fundação Iochpe.
Além de contribuírem para a promoção desse público ao primeiro emprego, 89% dos jovens que concluíram o curso conseguem uma oportunidade de emprego na empresa onde realizaram os estudos ou no mercado de trabalho, segundo pesquisa encomendada pela Fundação Iochpe para o Plano CDE.
Dexco 60 Agudos e Itapetininga (SP); Uberaba (MG)
Suzano 97 Aracruz (ES); Belém (PA); Imperatriz (MA); Mucuri (BA); Suzano (SP); Três Lagoas (MS)
“O setor de papel e celulose é um dos pilares da nossa bioeconomia e, por meio desta parceria com a Dexco e a Suzano, estamos garantindo que essa força também se traduza em impacto social. Ao qualificarmos 157 jovens, não entregamos apenas certificados, mas profissionais preparados para atuar em uma indústria que exige inovação e respeito ao meio ambiente. Esse modelo transforma vulnerabilidade em competência técnica, garantindo que o ciclo produtivo seja alimentado por uma mão de obra local extremamente preparada e engajada”, explica Cláudio Anjos, presidente da Fundação Iochpe.
Sobre a Fundação Iochpe: organização sem fins lucrativos, mantém há 36 anos o Programa Formare, referência no Brasil em qualificação profissional de jovens em situação de desvantagem socioeconômica. Mantido em parceria com empresas de médio e grande portes, oferece cursos de formação profissional inicial para o mercado de trabalho a jovens de famílias de baixa renda do ensino médio matriculados em escolas públicas.
Por meio do trabalho de educadores voluntários, o programa já formou mais de 28 mil jovens, e o índice de formalização no mercado de trabalho chega a 89% dos egressos nos últimos dez anos, de acordo com uma pesquisa realizada pelo Plano CDE em 2023. Os cursos são certificados pela UTFPR (Universidade Tecnológica Federal do Paraná) aqui no Brasil, pela UTSLP (Universidade Tecnológica de San Luis Potosí) e UTCH (Universidade Tecnológica de Chihuahua), ambas no México, e pela SPPU (Savitribai Phule Pune University), na Índia.
