Professor da rede estadual de Aracruz é investigado por suposta briga com aluno

Publicado em 09/07/2026 às 09:28 Da Redação
Segurança Pública
Professor da rede estadual de Aracruz é investigado por suposta briga com aluno

A Corregedoria da Secretaria de Estado da Educação (Sedu) abriu um Processo Administrativo Disciplinar (PAD) contra um professor para investigar um suposto ato de violência contra um aluno em uma escola da rede. A briga teria ocorrido em sala de aula. 

Conforme informações publicadas no Diário Oficial do Estado do dia 6 de julho, foi determinado à Corregedoria apurar as irregularidades apontadas no processo contra o professor por "indícios de praticar violência no exercício da função ou a pretexto de exercê-la."

O educador tem um contrato em designação temporária (DT) de 9 horas no Centro Estadual de Ensino Médio em Tempo Integral (CEEMTI) Monsenhor Guilherme Schmitz, mas, segundo afirmou a Sedu, a ocorrência teria sido em outra unidade de ensino.

A Sedu foi procurada para esclarecer as circunstâncias da suposta briga e dar mais informações sobre o caso, mas o órgão não forneceu detalhes. 

Em nota, disse que "o caso envolve a apuração de suposta conduta envolvendo um estudante, após um desentendimento ocorrido em sala de aula. O docente atua em designação temporária (DT), mantém vínculo ativo em outra unidade da rede estadual de ensino e o prazo para conclusão do PAD é de competência da Corregedoria da Sedu".

O nome do professor não foi informado oficialmente pela secretaria. 

A Polícia Civil também foi consultada para informar se há registro de ocorrência e disse, em nota, que foram localizados dois boletins de ocorrência em nome do professor, ambos referentes ao mesmo fato ocorrido em ambiente escolar, em 2025. 

“Em um dos registros, o professor figura na condição de vítima e, no outro, na condição de suspeito/investigado. Ambos os boletins foram classificados como crime de ameaça. A Polícia Civil esclarece que, em ambos os casos, não houve representação por parte dos envolvidos. Em razão disso, os procedimentos não tiveram prosseguimento, conforme prevê a legislação.”

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